Ministério da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,
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A nova cena colombiana

Na tarde de quinta-feira, 25 de abril, a Grande Sala do Rio2C recebeu um painel com três executivas que movimentam o efervescente mercado de arte, cultura e inovação na Colômbia. Sob moderação de Martin Giraldo, e falando em espanhol e em inglês, elas apresentaram suas visões sobre a cena musical colombiana dos últimos 20 anos e os desafios no país ao exporem seus trabalhos e suas trajetórias individuais. 

Catalina Ceballos, gestora cultural e antropóloga, trabalha há 22 anos na área de políticas públicas e gerenciamento cultural através da construção social das comunidades. Para ela, o mais importante para o crescimento da nova cena musical colombiana é a diversidade cultural e a mídia pública. "Ao saber dar valor á mídia conseguimos construir a cultura como ela é hoje em dia. A rádio pública colombiana educa as pessoas ao conseguir falar de todos os aspectos envolvidos em música, artes e informações". Definida como uma pessoa com curiosidade suficiente para enfrentar novos desafios com rigor, ela se interessa pelo desenho de estratégias que garantam estruturas práticas com resultados eficientes e com alta capacidade de comunicação aberta e precisa, alcançando assim a motivação de valores e objetivos dentro de uma equipe. 

Johanna Pinzón, fundadora e diretora da Poliedro, uma agência colombiana de tecnologias criativas, impulsionou projetos importantes através de políticas públicas para a música com o Ministério da Cultura da Colômbia e o programa Festivales al Parque, onde foi coordenadora desta plataforma globalmente reconhecida em todo o mundo entre 2010 e 2012.

Com os projetos da Poliedro, se tornou líder de inovação em tecnologias digitais para a cultura na América Latina. Ela recebeu prêmios importantes no país e promoveu estratégias digitais de bandas colombianas de sucesso e reconhecimento de diferentes mídias. Ressaltou em sua apresentação que os ritmos colombianos mais consumidos são: o reggaeton (69% dos colombianos), um estilo musical que tem suas raízes na música latina, caribenha e europeia e que tem o som derivado do reggae em espanhol do Panamá, e é influenciado pelo hip hop, pela salsa e pela música eletrônica; o vallenato (53,3%), que se concentra principalmente na região caribenha da Colômbia, mais precisamente ao sul de Guajira, norte de Cesar e oriente de Magdalena; e a música tropical e 'fusion' (53,1%).

Explicou que 1.765 empresas de Bogotá são dedicadas à música (dados de 2017 até os dias atuais) e que a cidade recebeu um investimento estrangeiro total na área da indústria criativa e cultural de 400 milhões de dólares, sendo que de 2000 até o ano de 2015 este investimento dobrou. 'A Colômbia é um epicentro de inspiração e ganhou o mundo', disse a executiva, que também mencionou o projeto Colombian Loops, o primeiro banco profissional de sons colombianos do mundo, uma loja virtual onde você pode comprar loops, instrumentos virtuais e faixas rítmicas de cumbia, vallenato e sons das ilhas. Se você trabalha com música para publicidade, audiovisual, é produtor musical ou DJ e curte a música tradicional colombiana, vale a pena conhecer mais sobre o projeto (http://poliedro.com.co/portafolio/tecnologias-creativas/colombian-loop).

Diana Rodriguez , CEO e fundadora da Criteria Entertainment, usou a máxima "Empower everyone and be empowered by everyone" para mostrar as realizações pioneiras que fizeram com que ela fosse nomeada para a lista “Most Powerful Women in Music” de 2010 da revista Billboard. Antes de criar a Criteria, Rodriguez tornou-se a primeira mulher a ser nomeada para o posto mais importante de uma grande gravadora latino-americana quando foi nomeada vice-presidente sênior da divisão de espanhol da EMI, a Capitol Latin.

Durante seu tempo na Capitol Latin, ela aplicou seu estilo de gerenciamento dinâmico para revitalizar a empresa, levando a uma melhor participação de mercado, o retorno de atos legados e a criação de sinergias com as principais marcas bem como parceiros de mídia. Antes disso, Diana assumiu um duplo papel como chefe de estratégia de marketing para a região latina da EMI e foi chefe de exploração internacional de música latina para territórios fora dos EUA. A sua carreira variada e extensa começou em 1993, aos 23 anos, como promotora de rádio da ToCo Records, uma gravadora de dance music em Bogotá. Mais tarde, ela passou a trabalhar para a Polygram, Universal Music e EMI / Capitol Records.

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