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Spotify disponibiliza o primeiro álbum produzido por I.A.do mundo

Em seu painel no Rio2C, “Spotify Creator Research Lab”, o francês François Pachet, diretor de pesquisa em tecnologia da plataforma, e ex-diretor do laboratório de ciência computacional da Sony em Paris, apresentou o projeto que possibilita à qualquer pessoa compor músicas, a partir de um assemblage de texturas e padrões de diferentes gêneros e artistas.

Idealizador do Flow Machine, Pachet explica que se trata de uma ferramenta com tecnologia manipulável, capaz de executar diversas tarefas musicais como interferir ou refazer trechos específicos. O cientista explica que a música brasileira é muito complexa e confere muitos desafios a uma tecnologia baseada em inteligência artificial e, por conta disso, algumas modificações foram feitas na plataforma. “Os estilos brasileiros trazem uma grande riqueza em termos de ritmo, harmonia e timbre. Muitos detalhes dos algoritmos tiveram que ser repensados em função dos cases que trouxemos”, comenta Pachet.

As duas primeiras composições foram feitas usando o sistema foram realizadas músicos e não por programadores. Um dos casos é Daddy’s car, música que simula o estilo dos Beatles, feita por Benoît Carré com a utilização da Flow Machines.

Hello World, álbum título inspirado no conto "A Sombra", do dinamarquês Hans Christian Andersen, composto totalmente com a matriz da inteligência artificial e que tem como artista principal Skygge - pseudônimo do cantor e compositor Benoit Carré  - e conta com o apoio de artistas como Kyrie Kristmanson, The Bionix, Stromae, Kiesza, entre outros. “Queremos que músicos nos ajudem a desenhar a ferramenta de forma que elas sirvam à criatividade. Inteligência artificial não será necessariamente interessante para criar músicas do zero, mas para dar suporte ao processo de criação humano”, aponta o cientista. 

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