Ministério da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,
Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS apresentam:

Summit | O rei do Hackvertising

Em um dos painéis mais concorridos do Summit Rio2C by Meio & Mensagem 2019, o diretor de vendas e marketing no Burger King Brasil, Ariel Grunkraut, falou sobre os valores da marca e a suas campanhas, marcadas pela ousadia. Tendo os meios digitais como principal arena, a comunicação da rede de fast food veste a camisa do ‘Hackvertising’. A expressão designa uma ação de hacker em meio à propaganda, inserindo nas mensagens um fator de surpresa para o público.  

“Esse termo nasceu da constatação de que hoje em dia, muitas coisas que estão sendo faladas – e que estão acontecendo no mundo todo - ganham uma repercussão enorme. Então se você não consegue entrar na conversa popular, nos temas que são os mais relevantes para os consumidores, dificilmente vai conseguir por conta própria. E para nós, fazer parte dessa conversa é o mais importante”, destacou. 

O executivo exibiu diferentes cases de sucesso, como o lançamento do Whooper Chocolate, criado especialmente para a Páscoa. O comercial destacava cada um dos ingredientes do novo sanduíche até revelar que se tratava de uma pegadinha, já que a data comemorativa caía exatamente em 1o de abril, dia da mentira. Porém, a resposta positiva do público foi montar uma versão caseira do quitute e postar nas redes sociais. 

Em outra ação, realizada antes do segundo turno das eleições no Brasil, urna cenográfica em um dos restaurantes ava as opções “confirmar voto” ou “voto em branco”. Quem optasse por não escolher um candidato, recebia o Wooper em Branco, um sanduíche com ingredientes escolhidos por outra pessoa. No caso, apenas cebola e maionese. “Quando alguém escolhe no seu lugar, não dá para reclamar do resultado“, dizia o papel onde o “hambúrguer” foi embrulhado. 

“Acreditamos que criatividade é o cerne de tudo. A gente sempre provoca (num bom sentido) as nossas agências para sempre trazerem ideias cada vez mais criativas. Porque, num momento que a gente não tem tanto dinheiro para investir como nossos principais concorrentes, é a criatividade que acaba nos destacando”, contou Ariel.   

O Burguer King tem como posicionamento encorajar as pessoas a serem elas mesmas e assim abraçar a diversidade. “We stand against fake. Como marca autêntica acreditamos que as pessoas são únicas e autênticas. E aqui todo mundo é bem vindo”. Na semana da parada LGBTQ de São Paulo, a marca lançou o Milk-Shake sabor Unicórnio, em apoio à causa. A empresa ainda apoiou o evento com direito a um trio-elétrico comandado pela Gretchen e alterou o nome do restaurante localizado no número 2.200 da Avenida Paulista quatro vezes para: Burger Queen, Burger Trans, Burger Gay e Burger Bi.

No painel, Ariel ainda listou oito aprendizados da marca: Seja fiel ao posicionamento (all in), Creativity rules, Seja consistente, Bigger and bolder, Agilidade no timming, Tecnologia como meio, Um único time e Tenha medo mais faça. “De preferência com os advogados ao lado”, brincou.

Mas a cereja do sundae ficou para o final da palestra. O executivo contou que pesquisas recentes revelaram que o Burguer King acaba de ultrapassar seus concorrentes e se tornar a maior cadeira de fast food do país. Mais um título para esta que já tinha sido eleita a empresa mais criativa do mundo. Literalmente, o Rei do Hambúrguer.

Ministério da Cidadania, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro,
Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS apresentam:

patrocinadores

fique conectado