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Summit | As regras do jogo no e-sports

Com um público enorme e diversificado, o universo eSports ostenta números de gente grande e subverte velhas relações ao enquadrar gigantes da publicidade em suas próprias regras. Dizer que a cultura gamer veio para ficar, a esta altura do campeonato, é chover no molhado. Lifestyle para muitos, profissão para alguns, vitrine para poucos, ela ostenta números de gente grande e subverte velhas relações ao enquadrar gigantes da publicidade em suas próprias regras.

Alguns números. Segundo a consultoria Newzoo, o faturamento com eSports no mundo baterá a casa do US$ 1 bilhão em 2019. E o Brasil está entre as cinco maiores audiências do globo. Falamos de um ecossistema que envolve eventos fantásticos e um público tão gigantesco quanto diversificado. Está longe de ser uma ação de amadores, como alguns podem pensar – embora também o seja, no bom sentido, e é isso que o torna um universo complexo e atraente.

Tão atraente e complexo que grandes anunciantes como a Coca-Cola e a Gillete adentraram seu ecossistema com um pé após o outro antes de alçarem voos maiores. “Fizemos ações com alguns gamers e influenciadores, em 2016, para entender a resposta do pessoal”, explica o gerente de marketing da Gillette no Brasil, Fernando Bueno. “Só em 2018 entramos de modo mais efetivo e estratégico, anunciando o patrocínio do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL), por meio de um manifesto, e escolhendo o gamer Gabriel Kami Bohm como nosso embaixador.”

A Coca-Cola está fazendo o mesmo, ao nível global. A empresa vem tateando há alguns anos esse universo e anunciou, recentemente, que vai patrocinar um campeonato de E-Sports e agora define uma estratégia para ser relevante para a comunidade com que começa a estreitar seus laços. “Para atingirmos esse ponto, entendemos que precisamos conversar e trocar para amadurecermos juntos e desenvolver empatia. Não adianta impormos uma visão de fora para dentro”, diz o gerente sênior de comunicação e marketing da empresa, Yugo Motta.

A ideia é ouvir pessoas que respiram eSports e aprender com elas. Gente como o gamer e empresário, fundador da Playhard, Bruno Oliveira. Bruno atua em áreas como criação de conteúdo para jogos de celular e investe em projetos com foco na comunidade gamer, incluindo assessoria de imagem de jogadores, que se tornaram figuras públicas. Para ele, a receita de sucesso para marcas não endêmicas – que não estão diretamente ligadas ao ambiente dos games, como as fornecedoras de equipamentos – é construir relações orgânicas de longo prazo. Ações pontuais, apenas para testar o ambiente, podem não ser um bom negócio.

Mas nem só da relação entre as marcas e gamers se falou no painel realizado na Teatro de Câmara, no dia 23. O debate passou por temas fundamentais e até polêmicos do universo dos eSports, como a diversidade de perfis e de nichos que o compõe, o que o difere de outras modalidades esportivas e como lidar com eventuais conteúdos hostis e superar preconceitos, o que foi exemplificado com o filme da campanha #mygamemyname, contra o assédio online.

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